“Cliente” comprava na loja e foi localizada a mais de 1.000 km do local, tomando banho.
Sua filhinha de aproximadamente 5 anos, diz que a mamãe está no banho.
Pedi para falar com o papai. Ele atende e pergunto se sua esposa é a fulana de tal. Ele confirma e digo o que está ocorrendo.
Ele fica pasmo e peço que a esposa vá à delegacia local fazer um BO, pois os dados dela estavam sendo usados indevidamente em documentos falsos.
Neste momento, a esposa sai do banho e ele passa o telefone.
Repito tudo novamente e peço para ela confirmar o nome da mãe e a data de nascimento.
Confirmado, pergunto se ela tem e-mail, ela me passa o do marido e encaminho a cópia dos documentos.
Digo a ela que após fazer o BO, leve uma cópia nos bancos de dados para ficarem em alerta no sistema.
Na resposta ao e-mail, o marido escreve que os dados conferiam, o CPF era dela, só não batia o nome do pai e a aparência, pois a esposa era morena de cabelos compridos e a da foto era loira, com cabelos curtos, além do RG ser de um Estado onde jamais estivera.. Desconhecia a pessoa da foto.
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